assista: http://www.youtube.com/watch?v=gPRkTpv3IxE
http://www.youtube.com/watch?v=66SjQB9DWNc
A
entrevistada do programa Questão de Fé de hoje é Serenella Silvi. Ela faz parte
do Centro Internacional do Movimento dos Focolares, em Roma, e esteve no início
de abril em Belém para visitar a comunidade do Movimento na Amazônia.
http://www.youtube.com/watch?v=66SjQB9DWNc
Chiara e o Movimento Focolares
Vídeo: Quem somos
Espiritualidade da unidade
fonte: http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/
- Deus Amor
- A Vontade de Deus
- A Palavra
- O irmão
- O amor recíproco
- Jesus Eucaristia
- A Unidade
- Jesus abandonado
- Maria
- A Igreja
- O Espírito Santo
- Jesus no meio
O Movimento Focolares no Brasil
Em 1956, pela primeira vez um brasileiro teve contato com a espiritualidade da unidade, na Itália: o Pe. João Batista Zattera, do Rio Grande do Sul. Em 1958, outros dois sacerdotes de Recife participaram, sempre na Itália, de um Congresso anual do Movimento, denominado Mariápolis. Após esse contato, um focolarino e duas focolarinas fizeram uma viagem ao Brasil, começando por Recife, onde surgiu a primeira comunidade. Marco Tecilla, Lia Brunet e Ada Ungaro percorreram vários Estados do Brasil e alguns países da América Latina, plantando a semente e preparando o terreno para a chegada do focolare. Eles comunicam sua experiência em escolas, universidades, paróquias, associações, hospitais e famílias. Depois de um mês, prosseguem a viagem: Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e ainda Uruguai, Argentina e Chile. Na volta para a Itália, o avião faz um pouso de emergência em Recife por causa de uma pane séria, permanecendo ali por quatro dias. O tempo foi aproveitado pelos três para fazer uma infinidade de encontros e contatos. Nasce assim a comunidade do Movimento no Nordeste brasileiro. Em 1959, em resposta a uma carta de Dom José Avelino Dantas, então arcebispo de Olinda e Recife, Chiara Lubich concorda com a abertura dos dois primeiros centros do Movimento fora da Europa. Em 26 de novembro de 1959 partem para Recife quatro focolarinas (Ginetta Calliari, Fiore Ungaro, Marisa Cerini e Violetta Sartori) e quatro focolarinos (Marco Tecilla, Enzo Morandi Rino Chiapperin e Gianni Buselatto). Rapidamente o Movimento se espalha pelos Estados do Nordeste e sucessivamente por todo o país. São muitas as obras sociais que brotam dessa vida enraizada no Evangelho como resposta a um dos maiores desafios brasileiros: a desigualdade social. Em 1962 é aberto o focolare em São Paulo e têm início as atividades da Editora Cidade Nova e da Revista Cidade Nova. Surgem outros focolares: Belém, em 1965; Porto Alegre, em 1973; Brasília, em 1978. Hoje existem centros em quase todas as 27 capitais do país. Em 1965 nasce, perto de Recife, a primeira Mariápolis permanente, localidade de testemunho do Movimento, com o nome de Santa Maria. A de São Paulo – Araceli, hoje Mariápolis Ginetta, começa dois anos depois. Seguem-se as de Belém – Mariápolis Glória, e de Porto Alegre – Mariápolis Arnold, de cunho ecumênico. A mais recente da região de Brasília – Mariápolis Maria, Mãe da Luz. Hoje o Movimento está presente em todos os Estados brasileiros, conta com cerca de 280 mil pessoas que aderem à sua espiritualidade em mais de 500 cidades, com 55 centros de difusão.
Chiara Lubich no Brasil
Chiara Lubich sempre mostrou um grande amor pelo Brasil e pela sua gente, “um povo que se assemelha muito àquele que escutava Jesus: magnífico, magnânimo, bom, pobre, que doa tudo: corações e bens”. Sua primeira visita ocorreu em 1961, em Recife. Outras viagens se realizaram em 1964, 1965 e 1966. Chiara volta finalmente em 1991: impressionada pelos graves problemas sociais, lança as bases de uma proposta inovadora para o pensamento e a práxis econômica: a Economia de Comunhão na Liberdade (EdC). A sua raiz está na prática da comunhão de bens que caracterizou o Movimento dos Focolares desde a sua gênese. Esta comunhão gera uma nova mentalidade, uma nova cultura: a “cultura da partilha”.
Neste projeto se articulam princípios sociais e econômicos nunca antes justapostos: economia, solidariedade e liberdade, capazes de influir na solução dos graves desequilíbrios econômicos mundiais. O lucro das empresas que aderem à EdC é dividido em três partes: uma para o reinvestimento na própria empresa; outra para os mais necessitados e outra parte para a formação de “homens novos”: pessoas com uma mentalidade aberta à cultura da partilha.
Mais de 800 empresas e atividades produtivas, no mundo inteiro, aderiram à EdC – cerca de cem encontram-se no Brasil.
Em 1998 Chiara vem de novo ao Brasil e inaugura o Polo Spartaco, primeiro conjunto empresarial da EdC no mundo, localizado no município de Cotia (SP), a 4 km da Mariápolis Ginetta (Grande São Paulo). Nos anos seguintes foram implantados no Brasil outros dois pólos empresariais da EdC: em Igarassu (PE) e em Benevides (PA).
Ainda em 1998, Chiara é agraciada com diversas condecorações públicas e títulos honoris causa universitários. Naquele ano recebeu a comenda da Ordem do Cruzeiro do Sul, a mais alta condecoração concedida pelo presidente do Brasil a cidadãos estrangeiros.






Nenhum comentário:
Postar um comentário